História antiga em pequenos caixotes
Ou o conto da ida ao Museu de História Antiga em Estocolmo. Teve lugar hoje e foi apenas uma parte de um óptimo dia :D
Não começou foi lá muito bem: acordei às 7.30 da manhã, quando ainda era de noite. Tomei o pequeno almoço, arranjei a refeição prática para levar comigo e apanhei o autocarro para estar às 9 na estação de comboios, onde me encontrei com a Aylin, o Shane e a Aurore. Após alguma indecisão sobre como iamos para a capital sueca - via rodoviária ou ferroviária - lá nos decidimos pela última, mesma em cima da hora.
Uma vez no nosso destino, uma das primeiras conclusões a que chegámos foi que Estocolmo é mais fria que Uppsala, diz o Shane (e é bem capaz de ter razão) que devido à elevada concentração de água na cidade, erguida sobre as ilhas e margens de um lago. Ainda assim, intrépidos, a fazer de conta que o frio não tinha importância (as mãos teimavam em manter a opinião contrária) e ao ritmo de umas quantas fotografias, lá caminhámos lentamente para o museu. Sem que disso tivesse tido consciência, já tinha passado pelo edifício da última vez que estive em Estocolmo, uma vez que se encontra a poucos metros da embaixada portuguesa.


Fotografias ao longo do caminho, para ficar com uma imagem de alguns do edificios lindissimos que se erguem numa das avenidas.

A entrada do museu (entrada gratuita, acrescente-se :D ).
Assim que a Alexandra chegou, termos entrado e depois de ter deixado as nossas malas nos cacifos disponíveis para esse efeito, foi-nos apresentado um dos estudiosos que trabalham no mudeu e que nos conduziu a uma sala num piso inferior onde, por detrás de espessas portas de metal e umas quantas grades, se encontravam os arquivos do museu: centenas de armários com milhares de parteleiras e muitos mais artefactos de variados períodos e locais, todos catalogados e armazenados. Foi uma visita guiada apenas para nós, a uma parte que não está aberto à generalidade do público e, naturalmente, não há fotos dela (Muhahahaha :p)
Logo a seguir, a Alexandra levou-nos à sala da exposição vikingue e fez-nos uma breve apresentação de muitas das peças em exibição, lançando questões e dados pertinentes para puxar pela nossas cabeças pensadoras. Desta sala, sim, tenho uma data de fotografias, por isso cá vão algumas ;)

A entrada na exposição vikingue, com um painel com inscrições rúnicas a abrir a coisa.

Joalharia em larga quantidade era coisa que não faltava, em larga medida em prata, mas também alguma em ouro.

Espadas e lâminas de lanças.

Esqueleto de um cavalo que foi sacrificado e enterrado juntamente com uma pessoa...

... cujo corpo se encontrava neste barco.

Reconstruções de roupas do período vikingue.

Uma das muitas pedras com representações pictóricas e/ou inscrições rúnicas em exposição. Esta representa algo relacionado com o consumo (e talvez também a produção) de álcool; a possibilidade de se referir ao mito do hidromel da poesia não é de pôr de parte.

Uma maquete de Birka (ainda se lembram o que era?).
Lá pelas duas e picos da tarde, nós os três mais o Florent - o outro colega francês - fomos a pé até à cidade antiga - Gamla Stan - onde andámos "perdidos" durante coisa de hora e meia e vimos loja atrás de loja, incluindo uma de fantasia e ficção-cientifica onde eu comprei isto, outra com anões, gnomos e trolls feitos à mão (carissima, claro está) e um pai natal que se fartava de bater no vidro (tenho um vídeo da coisa, com o Shane a fazer de repórter :p ) . Ainda comprei umas prenditas de Natal, mas, infelizmente, não vai dar para arranjar coisas para muita gente - de pequena prenda em pequena prenda, esvazia a galinha a minha carteira, LOL! - por isso muitos de vocês vão ter que se contentar com uns bolinhos de noz, um abraço e muito carinho de amigo :)
Para voltarmos a Uppsala, apanhámos o autocarro dormimos calmamente durante a viagem de uma hora, ora cansados da caminhada, ora de termos todos acordado muito cedo. Mas o dia ainda não tinha acabado e, quando chegámos à Coimbra escandinava, fomos para a Nação de Norrland, a mesma onde se realizou o jantar do departamento, mas desta vez para um pequeno jantar de natal com um menu sueco até dizer chega :p Mas isso fica amanhã, que além de eu estar cansado, o blogger está mais lento que um caracol.
Beijinhos e abraços a todos, em particular à aniversariante de dia 4 e aos dois de hoje: aguardem pela vossa entrada ;)
Não começou foi lá muito bem: acordei às 7.30 da manhã, quando ainda era de noite. Tomei o pequeno almoço, arranjei a refeição prática para levar comigo e apanhei o autocarro para estar às 9 na estação de comboios, onde me encontrei com a Aylin, o Shane e a Aurore. Após alguma indecisão sobre como iamos para a capital sueca - via rodoviária ou ferroviária - lá nos decidimos pela última, mesma em cima da hora.
Uma vez no nosso destino, uma das primeiras conclusões a que chegámos foi que Estocolmo é mais fria que Uppsala, diz o Shane (e é bem capaz de ter razão) que devido à elevada concentração de água na cidade, erguida sobre as ilhas e margens de um lago. Ainda assim, intrépidos, a fazer de conta que o frio não tinha importância (as mãos teimavam em manter a opinião contrária) e ao ritmo de umas quantas fotografias, lá caminhámos lentamente para o museu. Sem que disso tivesse tido consciência, já tinha passado pelo edifício da última vez que estive em Estocolmo, uma vez que se encontra a poucos metros da embaixada portuguesa.


Fotografias ao longo do caminho, para ficar com uma imagem de alguns do edificios lindissimos que se erguem numa das avenidas.

A entrada do museu (entrada gratuita, acrescente-se :D ).
Assim que a Alexandra chegou, termos entrado e depois de ter deixado as nossas malas nos cacifos disponíveis para esse efeito, foi-nos apresentado um dos estudiosos que trabalham no mudeu e que nos conduziu a uma sala num piso inferior onde, por detrás de espessas portas de metal e umas quantas grades, se encontravam os arquivos do museu: centenas de armários com milhares de parteleiras e muitos mais artefactos de variados períodos e locais, todos catalogados e armazenados. Foi uma visita guiada apenas para nós, a uma parte que não está aberto à generalidade do público e, naturalmente, não há fotos dela (Muhahahaha :p)
Logo a seguir, a Alexandra levou-nos à sala da exposição vikingue e fez-nos uma breve apresentação de muitas das peças em exibição, lançando questões e dados pertinentes para puxar pela nossas cabeças pensadoras. Desta sala, sim, tenho uma data de fotografias, por isso cá vão algumas ;)

A entrada na exposição vikingue, com um painel com inscrições rúnicas a abrir a coisa.

Joalharia em larga quantidade era coisa que não faltava, em larga medida em prata, mas também alguma em ouro.

Espadas e lâminas de lanças.

Esqueleto de um cavalo que foi sacrificado e enterrado juntamente com uma pessoa...

... cujo corpo se encontrava neste barco.

Reconstruções de roupas do período vikingue.

Uma das muitas pedras com representações pictóricas e/ou inscrições rúnicas em exposição. Esta representa algo relacionado com o consumo (e talvez também a produção) de álcool; a possibilidade de se referir ao mito do hidromel da poesia não é de pôr de parte.

Uma maquete de Birka (ainda se lembram o que era?).
Lá pelas duas e picos da tarde, nós os três mais o Florent - o outro colega francês - fomos a pé até à cidade antiga - Gamla Stan - onde andámos "perdidos" durante coisa de hora e meia e vimos loja atrás de loja, incluindo uma de fantasia e ficção-cientifica onde eu comprei isto, outra com anões, gnomos e trolls feitos à mão (carissima, claro está) e um pai natal que se fartava de bater no vidro (tenho um vídeo da coisa, com o Shane a fazer de repórter :p ) . Ainda comprei umas prenditas de Natal, mas, infelizmente, não vai dar para arranjar coisas para muita gente - de pequena prenda em pequena prenda, esvazia a galinha a minha carteira, LOL! - por isso muitos de vocês vão ter que se contentar com uns bolinhos de noz, um abraço e muito carinho de amigo :)
Para voltarmos a Uppsala, apanhámos o autocarro dormimos calmamente durante a viagem de uma hora, ora cansados da caminhada, ora de termos todos acordado muito cedo. Mas o dia ainda não tinha acabado e, quando chegámos à Coimbra escandinava, fomos para a Nação de Norrland, a mesma onde se realizou o jantar do departamento, mas desta vez para um pequeno jantar de natal com um menu sueco até dizer chega :p Mas isso fica amanhã, que além de eu estar cansado, o blogger está mais lento que um caracol.
Beijinhos e abraços a todos, em particular à aniversariante de dia 4 e aos dois de hoje: aguardem pela vossa entrada ;)


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